sábado, 15 de setembro de 2012

Como preparar um plano de aula para EBD


1.                  Planejamento
Para algumas pessoas, o planejamento não é um assunto muito interessante, acham-no um processo difícil, trabalhoso e desagradável. O que tais pessoas não entendem é que o planejamento é inevitável, ele governa quase tudo o que acontece. “O pressuposto de qualquer atividade de planejamento é o desejo de mudança, de acertar, de aperfeiçoar” (VASCONCELLOS, 2002, p. 148).
1.1.            O planejamento eficaz ajuda a realizar as seguintes coisas:
·         A usar com eficiência o tempo;
·         Provê unidade e continuidade ao ensino;
·         Ajuda a disciplinar o professor;
·         Torna mais interessante as aulas;
·         Estabelece objetivos claros e fornece meios para alcançá-los;
·         Fornece mais confiança ao professor nas aulas ministradas;
·         Torna o ensino do professor mais fidedigno a Palavra de Deus;
·         É necessário se desejamos cumprir com honestidade o nosso chamado.
1.2.            Porque devo planejar
·         Se o professor da EBD utiliza o material preparado pela editora de sua Igreja, tem o seu trabalho facilitado quanto ao planejamento e o preparo de cursos trimestrais, posto que, estas oferecem lições já elaboradas, com instruções e orientações pedagógicas. Neste caso, as lacunas e deficiências que ele encontre, como também o surgimento de situações, problemas, crises e interesses urgentes que não tenham resposta no curso que está sendo ministrado, podem ser resolvidos sem suspender o referido curso. É aí que entra o papel do professor como recriador do programa de ensino, adaptando partes e incluído pontos que, a seu critério, atingirão melhor os objetivos. A seleção, a adaptação e o acréscimo  podem ser com relação ao programa geral de um curso todo ou com relação a determinada aula. É, portanto, fundamental que o professor saiba planejar.
·         Se o professor entende que a sua obrigação é dar o máximo de matéria do programa do seu curso ou do livro texto ou da revista da EBD, produzindo e utilizando todas as sugestões que normalmente acompanham as revistas, inevitavelmente fará com exagerada pressa o seu trabalho. O professor deve selecionar pontos ênfase e aplicações. É preferível dar menos matéria, porém bem compreendida e assimilada pelos alunos, a despejar grandes quantidades de conhecimentos.
1.3.            Plano de Aula é o método de organizar, passo a passo a apresentação da lição. Ele relaciona todos os elementos importantes da lição. Cada plano de aula será ímpar, mas todos deverão seguir o mesmo estilo. Embora, haja vários tipos de plano, examinaremos o seguinte:

TEMA: ______________________________________________________TEXTO BÍBLICO:____________DATA:________


OBJETIVOS

SEGMENTO/TEMPO
ATIVIDADE DE ENSINO
RECURSOS

APRESENTAÇÃO




DESENVOLVIMENTO






CULMINÂNCIA

CONCLUSÃO










APLICAÇÕES




VERSÍCULO P/ MEMORIZAÇÃO




CÂNTICO




DESAFIO




ATIVIDADE



  
1.      PLANEJANDO A AULA
1.1.            Conheça o material
O professor deve dar início a esse planejamento ao receber o currículo do trimestre seguinte. É necessário em primeiro lugar, que ele examine com atenção toda a matéria, notando bem as unidades e as lições. Em seguida deve estudar o assunto, organizando os objetivos e marcando as passagens bíblicas que serão usadas. Agindo dessa forma, o professor têm condições de visualizar toda a matéria do período letivo. Isso lhe dará tempo para escolher as fontes que deverão ser consultadas e ainda coletar o material necessário a suplementação das aulas. Poderá também meditar na maneira como o assunto poderá influenciar a vida dos seus alunos.
2.2.            Prepare a lição
Comece com oração; determine a idéia principal; e depois parta para o que talvez seja a parte mais importante da lição, escrever os objetivos.
O que queremos alcançar com os alunos deve ser o mais específico possível e dizer o que o aluno deve conhecer, sentir e fazer como resultado da lição. Devemos poder verificar, no fim da aula ou da unidade de estudo, se foram atingidos ou não. Os objetivos fornecem ordem e direção a lição; auxiliam na seleção de métodos e é fundamental para a avaliação.
Como devem ser escritos os objetivos:
·         Devem considerar as necessidades dos alunos;
·         Devem ser escrito visando o comportamento do aluno e não do professor;
·         Devem ser planejados de maneira que possam ser cumpridos.
Apresentação: introduz a lição e deve prender o interesse da classe. O começo deve ser breve, produtivo e vivo. A variação de métodos ajuda a atrair a atenção dos alunos. Exs.: pergunta, objeto, ilustração, frase, historieta, dinâmica, etc.
Desenvolvimento: é o enredo da lição, você irá selecionar a sequência da história ou idéias que serão apresentadas. Organize-o baseado no texto bíblico, incluindo as verdades espirituais e as aplicações.
Culminância: todas as partes da lição se direcionam para este ponto. Esta é a parte central daquilo que se quer transmitir, seria o ponto de contato que foi lançado na apresentação, agora foi resolvido (se for um problema), desvendado (se for um mistério), respondido ( se for uma pergunta).
Conclusão: é o encerramento da lição, não pode ser longa, as vezes apenas com uma frase se finaliza o estudo.
Aplicação: no decorrer da narrativa você utilizará alguns pontos da lição que poderão ser aplicados a vida do aluno. Pode está relacionado ao personagem, à um acontecimento, podem ser pontos positivos ou negativos. Exs.: “com muito amor Rute cuidou da sogra. Devemos fazer como Rute ajudar aqueles que precisam principalmente aqueles que são da família”. “O rei Roboão era duro com os israelitas, ele fez eles trabalharem duro e pagarem muito dinheiro. Você pode tratar bem a todos e ajudar os outros”. As aplicações devem estar relacionadas com os objetivos.
2.3.                   Versículo para memorização.
·         Desperte a atenção de seus alunos, fazendo esta parte da aula bem interessante, variando os métodos utilizados;
·         Esteja sempre com o versículo ilustrado;
·         O versículo escolhido deve estar relacionado com a lição;
·         Decida quando, na aula, vai ensinar o versículo;
·         Ensine o significado e o sentido de todo o versículo;
·         Incentive a memorização;
·         Use métodos diversificados para a recapitulação.

2.4.            Cântico
·         Os cânticos devem ser selecionados com antecedência;
·         Escolha cânticos que preparem o ambiente para as partes do programa que introduzem: oração, oferta, lição, memorização, etc.
·         A letra e a música devem ser apropriadas para cada faixa etária;
·         Para melhor aprendizagem deve ter a letra escrita.
2.5.            Desafio
·         Este deve está relacionado com os objetivos que foram estabelecidos pelo professor no início da lição;
·         O desafio pode ser lançado após a conclusão;
·         Deve levar o aluno a por em prática aquilo que aprendeu (tornar-se praticante da Palavra de Deus);
·         O professor lançará o desafio para ser cumprido no decorrer da semana e na aula seguinte lhe será dada a oportunidade de relatar sua experiência.
2.6.                 Atividade  
Esse é o momento de oportunidade tanto para o professor que poderá avaliar a aprendizagem, como para o aluno que poderá demonstrar e socializar o conhecimento adquirido. Há uma infinidade de meios pelos quais poderão ser aplicadas as atividades de conhecimento, poderão ser estas verbais, escritas, visuais, manuais ou até mesmo por meio de expressões, elas irão complementar o que foi ensinado, servirão para tirar dúvidas e servirão como incentivo na freqüência dos alunos. Quanto mais houver variação nas formas de aplicação das atividades mais dinâmica tornar-se-á as aulas. O que determinará o tipo e a quantidade de atividades a serem aplicadas é a faixa etária da classe a ser trabalhada, ou seja, quanto menor a idade menos complexa e de preferência mais de uma atividade. O que não devemos é perder de vista seus objetivos, que são: para o aluno, demonstrar aquilo que aprendeu e para o professor avaliar aspectos do processo de ensino.    
3.      Plano de freqüência
·         Têm como principal objetivo incentivar a assiduidade do aluno;
·         Geralmente é aplicado no início da aula;
·         Têm que está relacionado com o tema geral do trimestre;
·         Deve está de preferência em posição de destaque na sala, de modo que seja visualizado pelos alunos;
·         O aluno deva ter participação direta na sua execução.








sábado, 25 de agosto de 2012

Chamadinha em eva (ovelhinhas)



Esta chamada produzir para a classe jardim de infância, o tema do cartaz foi baseado no nome da classe (cordeirinhos de Cristo).

Cada domingo corresponde uma ovelha, o professor poderá dar para o aluno pintar, tornando o momento da chamada mais interessante. As ovelhinhas serão coladas em pauzinho de picolé, para serem colocadas na "graminha".












segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Placa de porta em eva para classe da EBD

Esta placa foi produzida para a classe jardim de infância (4, 5 e 6 anos) "Cordeirinhos de Cristo".







sábado, 11 de agosto de 2012

Como avaliar a Escola Bíblica Dominical


“Se o professor deseja evoluir, a avaliação é fundamental. O auto-exame e a auto-crítica são evidências saudáveis de um professor em progresso, contanto que conduzam ao desenvolvimento e o fortalecimento de seu ministério e não ao desencorajamento” (Sam Doherty)

– O que é avaliação
1. A avaliação da escola dominical visa diagnosticar sua organização, programações, relações, decisões e resultados de seus planos e projetos, desenvolvidos pelos sujeitos, neste caso específico, todos aqueles que atuam direta e indiretamente nos cultos matinais de domingo. Envolve todas as atividades e instâncias da EBD, possibilitando um auto-retrato (auto-conhecimento) da própria igreja.
Este com certeza é um processo complexo, mas, de extrema importância para o crescimento da obra, e, para que funcione, deve ser contínuo e sistemático, ou seja,  fazer parte da rotina, envolvendo atores internos e externos, buscando produzir subsídios para a melhoria e aperfeiçoamento da qualidade da escola dominical
Sabemos que o Espírito Santo é a fonte de todo o ensino eficiente “Mas o Consolador, o Espírito Santo... vos ensinará todas as coisas” (João 14:26) que não há compreensão espiritual real da Palavra de Deus sem Ele “E vós possuís unção que vem do Santo e todos tendes conhecimento” (I João 2:20). Porém, esta verdade não elimina a necessidade de utilizarmos todos os recursos disponíveis e todo o conhecimento pedagógico que dispomos no ensino da EBD, e, principalmente, não nos exima de nossa responsabilidade como trabalhadores da ceara, onde incansavelmente devemos labutar pelo crescimento desta obra.
   
“ O trabalho de um professor pode ser comparado com a de um jardineiro. Um jardineiro lança a semente de acordo com o que ele sabe sobre os princípios de jardinagem. Ele prepara o solo, semeia com cuidado, e certifica-se de que as ervas daninhas não cresçam e sufoquem as sementes. Essa não é uma negação do fato  de que somente Deus pode  conceder vida. O jardineiro sabe que ele não é capaz de fazer com que a semente cresça. Ele precisa depender de que Deus concederá vida. Mas isso não elimina sua responsabilidade de fazer tudo que está ao seu alcance” ( Sam Doherty)

Devemos nos perguntar se estamos reunindo todos os esforços necessários para que a nossa Escola Bíblica Dominical cumpra o seu papel,  o ensino que desenvolvemos têm alcançado a mente e o coração de nossos alunos, temos aplicado os princípios de ensino necessários para o processo de aprendizagem, temos estado na dependência do Espírito Santo diante das decisões? Precisamos avaliar a EBD que temos hoje e nossas práticas como professores.
“ O professor medíocre conta,
O professor bom explica,
O professor ótimo demonstra,
O melhor professor inspira.”

Trago uma proposta de avaliação que pode ser facilmente desenvolvida na sua Igreja. Qualquer dúvida, utilize o espaço do comentário.

Organização e materiais necessários
  
Formação de quatro (04) grupos, sendo que cada um receberá um questionário contendo quinze questões.
Os grupos receberão lápis de cor nas cores amarela, verde e vermelha, e um envelope contendo três cartões nas mesmas cores.
As respostas serão dadas primeiro no questionário, utilizando-se as cores, após discussão em grupo.

Cada grupo manifestará sua resposta utilizando-se do cartão, cujo resultado será exposto num mural com o quadro – síntese para que todos possam visualizar o resultado da avaliação.
As perguntas estarão divididas em três dimensões (em relação à E.B.D.; ao professor e sua prática e o professor e o aluno), serão cinco perguntas para cada dimensão.
Toda a programação será conduzida por um coordenador, que irá expor o resultado no quadro-síntese.
Haverá um relator que auxiliará o coordenador, conferindo as cores, tomando nota para que não haja erro na exposição do resultado.
Cada dimensão terá o valor mínimo de vinte pontos e máximo de cem pontos.



Definição das cores:


Verde:   Se essas: práticas/ princípios / conhecimentos/ ou situações
                                               Estão consolidadas.
Resultado -> um bom caminho no processo de melhoria
      -> valor numérico: 5

Amarelo: Se essas: práticas/ princípios/ conhecimentos/ ou situações
Ocorrem mas não podem ser consideradas recorrentes ou consolidadas.
Resultado -> elas merecem cuidado e atenção
            -> valor numérico 3

Vermelho: Se essas: práticas/ princípios/ conhecimentos/ ou situações
               São inexistentes ou quase inexistentes

Resultado -> a intervenção precisa ser imediata.
       ->     Valor numérico: 1

A resposta de cada grupo deverá ser justificada
Durante os trabalhos em grupo, todos deverão participar das discussões e atribuições de cores, ouvindo e respeitando-se o que o outro tem a dizer e aproveitar o momento para o diálogo.
    O processo de escolha das cores deve ser negociada entre todos.


è 
Modelo do Quadro Síntese


Grupos

Perguntas

01

02

03

04
Total
Parcial

01






02






03






04






05






Total Geral


Obs.: As cores amarela e laranja foram utilizadas apenas para facilitar a explicação.


Material utilizado para o quadro síntese:
·         Papel quarenta quilos branco
·         Papel cartão preto (azul)
·         Papel camurça branco
·         Cartolina branca
·         Feltro vermelho, verde e amarelo
·         Entretela fina
·         Pincel atômico preto


Modo de fazer:

Numa folha inteira de papel quarenta quilos,  risque as linhas com lápis, conforme o modelo demonstrado acima; os números e as palavras podem ser impressas e coladas ou escritas com pincel. Nas partes amarela e laranja, demonstrada no quadro, cole papel camurça branco deixando de fora as partes que estão na cor branca. Após este processo, corte tiras de 1 cm de papel cartão preto e cubra as linhas que foram riscadas de lápis colando na folha. Está pronto o quadro síntese.
Para ser utilizado no quadro no momento da avaliação
Corte em retângulo, de forma que caiba em cada quadrado da parte amarela, o feltro (vinte unidades nas cores amarela, verde e vermelha). Seguindo a mesma medida, corte na cartolina branca vinte retângulos e cole a entretela, estes serão utilizados na parte laranja.
 
Como funciona:
            Após a leitura de cada pergunta, os grupos manifestarão suas respostas levantando o cartão. Conforme a cor do cartão, o relator colocará no quadro síntese o retângulo em feltro nas cores correspondentes e somará o resultado, de acordo com o valores estabelecidos. Os resultados serão escritos nas fichas de cartolina e colocados, um após outro, na parte laranja do quadro. Ao término de cada dimensão far-se-á a soma total que será exposta no quadro síntese.
            Todos os resultados deverão ser anotados, para que posteriormente seja feito um relatório  de todo o processo avaliativo.





Avaliação


       O Sim (estão consolidadas). 5 pts


           O   Razoável 3 pts


            O   Não 1 pts



(1ª Dimensão) – A Escola Bíblica Dominical

O   A E.B.D. nos moldes de hoje, objetiva a evangelização a edificação, a santificação, o despertamento e a preparação para o serviço cristão?

O  Existe o cuidado com a distribuição das diferentes faixas etárias nas respectivas classes?

O    A estrutura hierárquica tem obedecido as bases cristãs de ordem e decência?

O    Atualmente a E.B.D é autônoma?

O  O ambiente físico da E.B.D, são devidamente adequados, tendo a suficiência ( com a disponibilidade de material, espaço ou equipamento quando necessários) e a qualidade (com adequação do material à prática pedagógica, boas condições de uso, conservação, organização, beleza, etc)?

(2ª Dimensão) – O professor e a sua prática
O   Sempre utilizo um plano escrito para cada lição além da revista do professor, adequando a lição proposta pela editora às necessidades de meus alunos?

O  Dou a devida importância no  uso dos recursos visuais, reconhecendo que ele torna a lição muito interessante e atraente. Porém, não esquecendo de colocá-lo numa posição de subordinação, pois, Deus e sua Palavra possuem a prioridade absoluta?

O  Inicio a preparação da lição com bastante antecedência, para que o tempo gasto no seu preparo seja adequado e resulte num ensino mais eficiente. Pois, reconheço que “a preparação e a apresentação são as duas maiores tarefas e responsabilidade de todo professor?

O  Procuro através da leitura de bons livros, da observação de meus alunos e do diálogo com outros professores mas experientes, conhecer o interesse envolvido em cada faixa-etária, respeitando suas limitações, para assim desenvolver um trabalho eficiente?

O  Reconheço que o sucesso do ensino cristão, está na dependência do Espírito Santo, por isso costumo ter um tempo devocional diário, estabelecendo um padrão de leitura / estudo da Bíblia?

(3ª Dimensão) – O professor e o aluno
O  Oro regularmente por cada um de meus alunos, apresentando seus problemas e suas necessidades específicas? Meus alunos sabem que oro por eles?

O  Será que eu, sob a direção de Deus e sob o poder do Espírito Santo, inculco a atitude correta em meu aluno – atitude como: “gosto disso”, esse é um lugar legal”, “ Deus me ama” e “meu professor gosta de mim”?

O  Eu me considero, de fato, um professor da Palavra de Deus e não apenas um contador de histórias ou uma babá, ou mesmo algum tipo de palhaço que distrai a atenção das crianças?

O  Relaciono minhas lições à vida prática e satisfaço as necessidades de meus alunos, aplico realmente a verdade ensinada à minha vida servindo como exemplo?

O  Posso dizer com sinceridade que amo o “Vitor”  desobediente e a “Paula” adorável sem me esquecer de que o Deus que me chamou para ensiná-los é imparcial com seu amor?

Aquí está a imagem de quando utilizamos o quadro síntese. Esta avaliação ocorreu após uma oficina de treinamento para professores, este momento que registramos foi quando os alunos receberam seus certificados:
















                        




   








quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Dinâmicas para sala ou eventos




Minha Outra Metade Está em Você

§  Objetivos

a)    Testar o conhecimento (no caso da utilização de versículos bíblicos) e ajudar na formação de grupos.
b)    Incentivar a amizade e a cooperação.

§  A quem se destina

     Dinâmica própria para eventos de médio porte, agrupando acima de cinquenta pessoas (seminários, congressos, retiros, reuniões, etc.).

§  Tempo previsto
     Trinta minutos, aproximadamente.

§  Procedimentos
a)    Recortar cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10cm x 5cm, em número suficiente, de modo a não faltar para ninguém.
b)    Escrever em cada cartela, referências bíblicas (pode ser parte de um cântico)
d)    Cortar as cartelas ao meio (ou três partes) de modo que o versículo ou a música fique dividida.
e)    A dinâmica, propriamente dita, inicia-se com a distribuição das duas metades, tendo o cuidado para que todos recebam.
f)     Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem as suas metades.


Gravuras
§  Objetivos

a)    Avaliar o conhecimento;
b)    Levar o aluno a participar da aula.
c)    Exercitar o falar em público.

§  A quem se destina

       Esta é uma dinâmica que se aplica a qualquer grupo, dependendo do direcionamento do facilitador.

§  Tempo previsto
Vai depender do número de participantes, posto que, é importante a participação de todos.

§  Procedimentos
 O grupo deverá está acomodado nas cadeiras em círculo, após a lição o professor irá espalhar as gravuras ao chão.Iniciando-se as instruções:

a)    Cada pessoa deve escolher apenas uma gravura com a qual despertou atenção;
b)    Uma vez escolhida a sua gravura, a pessoa irá relacionar a gravura com a lição, todos deverão ter a oportunidade de falar:

Ao final, pode-se conversar um pouco mais a respeito do que foi discutido:

1.    Houve alguma revelação que surpreendeu alguém (o que foi dito pela pessoa que se apresentou)?
2.    O que levou você a escolher a sua gravura?
3.    Gostaria de ter escolhido alguma que outra pessoa pegou?

OBS: Essas gravuras você poderá fazer de
Recortes de revistas. Fontes as mais diversas. É importante que essas gravuras sejam coladas em papel branco, tipo 60kg, ou cartolina.


Fazendo Arte

Objetivo: um modo interessante e divertido de revisar histórias e acontecimentos bíblicos.

    Divida a classe em dois ou mais time e escolha um “artista” para cada time. Diga aos artistas o nome da história bíblica que terão de desenhar. Os artistas voltam aos seus times e, a um sinal, começam a desenhar rapidamente enquanto seus companheiros tentam descobrir a história retratada. O artista deve se manter calado.
    O time que adivinhar a resposta primeiro, dará um grito de vitória para mostrar que é o vencedor da rodada. Continue o jogo, mas dê a outros participantes a oportunidade de ser artista.

Variação
    Um único artista desenha, enquanto os times tentam descobrir do que ou de quem se trata. O time que descobrir a resposta primeiro é o vencedor.


Segure o Prato
Objetivo: Ressaltar o aprendizado bíblico.

     Coloque os participantes sentados em círculo e dê-lhes nomes de personagens do Novo Testamento. Enfatize que não podem esquecer do nome recebido.
     O professor fica no meio da roda e gira um prato. (Um prato de plástico é mais apropriado.) Ao girar o prato, o professor chama um nome. A criança chamada deve pegar o prato, antes que ele pare de rodar. Se não conseguir, terá de recitar um versículo ou responder a uma pergunta sobre seu personagem.

Variação

    Use personagens do Antigo Testamento ou lugares bíblicos.



Recital Bíblico
Objetivo: Revisar rapidamente os versículos memorizados.

Mande que as crianças sentem-se em círculo. Uma Bíblia passa de mão, enquanto uma música é tocada.
 Quando a música parar, quem estiver segurando a Bíblia terá de recitar um versículo, ou sairá do jogo. Não vale repetir versículos. Quem ficar na roda até o fim é o vencedor.


Qual é a letra?
Objetivo: Desafiar os participantes a se lembrarem de pessoas e lugares da Bíblia.

Dê uma folha de papel e um lápis a cada participante. Peça-lhes que escrevam os seguintes títulos no cabeçalho da folha:

Homens da Bíblia
Mulheres da Bíblia
Cidades da Bíblia

(Se desejar, acrescente outras categorias.)

Cite várias letras do alfabeto. Para cada letra, mande que os participantes escrevam um nome embaixo de cada título. Incentive-os a pensar em nomes diferentes. Para cada nome não repetido, o participante ganha um ponto.







sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Brindes em eva para o dia dos pais









Esse "kit papai" é uma ótima opção de brinde para o dia dos pais, é fácil de confeccionar, poderá ser feito pelos próprios alunos. É composto por uma agenda, um bloco de anotações, um porta retrato e uma latinha para canetas. O material utilizado foi: licha para madeira, e.v.a, torçal, botões e as ruelas que utilizei no porta retrato.