terça-feira, 8 de novembro de 2016

Como preparar uma lição bíblica para crianças. História de Jonas

Realizamos mais um curso de preparação para professores de escola dominical no ano de 2016. O curso teve várias etapas, sendo uma delas, a preparação de uma lição bíblica. Cada participante deveria construir um plano de aula, baseado no estudo ministrado pelas palestrantes. Os principais pontos observados no Plano foram: "A Verdade Bíblica", "Objetivos" e "Aplicações".  Além da aula expositiva, cada participante recebeu os textos das palestras, um modelo de plano de aula com instruções resumida de cada ponto.

INSTRUÇÃO ENTREGUE AOS PARTICIPANTES:

Orientação para atividade que deverá ser apresentada no dia 22/10.

Os participantes deverão escolher um texto Bíblico e preparar um plano de aula contendo os aspectos descritos no quadro demonstrativo, logo abaixo exposto.
Após o planejamento da Lição Bíblica, escolha apenas um dos aspectos e faça a Ilustração.
            Breve explicação dos aspectos a serem formulados no planejamento da Lição, bem como a finalidade de cada um.

IMPORTANTE: Defina a faixa etária dos alunos

Aspectos:

1.    Título da Lição Bíblica: Escolha um título para sua lição.

2.    Texto Bíblico: pode ser uma história bíblica, de onde você vai extrair uma verdade (Ex. história do Rei  Josias, II Rs. 22/  verdade: A Palavra de Deus transforma a vida do homem)  ou pode ser um texto doutrinário de onde você vai ensinar a verdade ilustrando com uma história (Ex. Mt. 6.25-33; Verdade: Deus nos ama, Ele cuida de nós/ ilustração: Kiki inquieto)

3.    Verdade a ser ensinada: De acordo com a lição bíblica escolhida, identifique a verdade central nela contida.

4.    Objetivos: O que queremos alcançar com os alunos deve ser o mais específico possível e dizer o que o aluno deve conhecer, sentir e fazer como resultado da lição, os objetivos devem está diretamente relacionados com a verdade central. Devemos poder verificar, no fim da aula ou da unidade de estudo, se foram atingidos ou não.

5.     Versículo para Memorização:   Desperte a atenção de seus alunos, fazendo esta parte da aula bem interessante, variando os métodos utilizados;  esteja sempre com o versículo ilustrado; o versículo escolhido deve estar relacionado com a lição;  decida quando, na aula, vai ensinar o versículo;    ensine o significado e o sentido de todo o versículo;    incentive a memorização;  use métodos diversificados para a recapitulação.

6.    Apresentação: introduz a lição e deve prender o interesse da classe. O começo deve ser breve, produtivo e vivo. A variação de métodos ajuda a atrair a atenção dos alunos. Exs.: pergunta, objeto, ilustração, frase, historieta, dinâmica, etc.

7.    Aplicações: é o externar prático da verdade na vida do aluno. O aluno precisa saber como essa verdade se aplica a ele pessoalmente, ele precisa ser desafiado com a verdade de forma a saber como vivê-la. A lição pode ter mais de uma aplicação, porém, deve-se ter o cuidado de relaciona-las com a verdade ou verdades bíblicas ensinadas.

8.     Desafios:  sempre inclua um desafio em sua aplicação. O desafio pode ser lançado após a conclusão;  deve levar o aluno a pôr em prática aquilo que aprendeu (tornar-se praticante da Palavra de Deus);  O professor lançará o desafio para ser cumprido no decorrer da semana e na aula seguinte lhe será dada a oportunidade de relatar sua experiência.

9.     Música: Os cânticos devem ser selecionados com antecedência;  escolha cânticos que preparem o ambiente para as partes do programa que introduzem: oração, oferta, lição, memorização, etc. E, principalmente, que esteja relacionado à verdade ensinada; a letra e a música devem ser apropriadas para cada faixa etária; para melhor aprendizagem deve ter a letra escrita.

10.   Atividade: Esse é o momento de oportunidade tanto para o professor que poderá avaliar a aprendizagem, como para o aluno que poderá demonstrar e socializar o conhecimento adquirido. Há uma infinidade de meios pelos quais poderão ser aplicadas as atividades de conhecimento, poderão ser estas verbais, escritas, visuais, manuais ou até mesmo por meio de expressões, elas irão complementar o que foi ensinado, servirão para tirar dúvidas e servirão como incentivo na frequência dos alunos. Quanto mais houver variação nas formas de aplicação das atividades mais dinâmica tornar-se-á as aulas. O que determinará o tipo e a quantidade de atividades a serem aplicadas é a faixa etária da classe a ser trabalhada, ou seja, quanto menor a idade menos complexa e de preferência mais de uma atividade. O que não devemos é perder de vista seus objetivos, que são: para o aluno, demonstrar aquilo que aprendeu e para o professor avaliar aspectos do processo de ensino.

PLANO DE AULA FORMULADO BASEADO NA HISTÓRIA DE JONAS

Título da Lição Bíblica: Jonas e o grande peixe


Faixa etária: maternal
02 e 03 anos
Texto Bíblico: Jonas 1 e 2

Verdade a ser ensinada:

A obediência a Deus deve ser em todo o tempo.





Objetivos:
Ø (saber) Compreender através do exemplo de Jonas, que Deus quer que sejamos obedientes a sua Palavra.
Ø (saber) Entender que quem ama de todo o coração a Deus deve obedecer.
Ø (sentir) Perceber que Deus nos ama e está sempre pronto a perdoar a menor desobediência quando nos arrependemos de coração.
Ø (fazer) Empenhar-se em obedecer o papai, mamãe, vovô, vovó, professores pois a obediência a eles, significa obediência a Deus.

Versículo para memorização: Ame o Senhor de todo o coração. Marcos 12.30

Brincar de Mímica: Criar gestos para cada palavra do versículo.

Apresentação: HISTORIETA: Marcela estava brincando na sala. Sua mãe avisou que já era hora de comer e disse:
- Marcela, está na hora de almoçar. Guarde todos os brinquedos na caixa de brinquedos. Marcela disse sim para a mãe. Mas depois do almoço, quando a mamãe voltou na sala, todos os brinquedos estavam espalhados. Marcela não obedeceu e a mamãe disse:
-Marcela, como você não obedeceu e fez o que eu disse, você vai ficar uma semana sem pegar nesses brinquedos. Marcela se entristeceu muito. Chorou e pediu desculpas a mãezinha. A mãe a desculpou, beijou-a muito. Mas Marcela não pode brincar durante uma semana com os brinquedos.

Aplicações:


Ø Quando seus pais mandarem você fazer qualquer coisa, faça logo. Não espere pedirem a segunda ou terceira vez. Deus ama quando você obedece.
Ø Quando você desobedecer, ore e peça perdão pra Deus e não desobedeça mais.
Ø Ore sempre pra Deus pedindo para você ser obediente.

Desafio:
 Nesta semana, todas as vezes que o papai, a mamãe, a vovó ou o vovô mandarem você fazer algo, faça logo, e depois que fizer vá até ele ou ela e dê um abraço e diga “te amo...”


Cântico: “Sempre Obediente”
"Quero ver o papai alegre satisfeito e contente, quero ser mais obediente pro papai e pra toda gente
  Quero ver a mamãe alegre satisfeito e contente, quero ser mais obediente pra mamãe e pra toda gente
  Quero ver meu Jesus alegre satisfeito e contente, quero ser mais obediente pra Jesus e pra toda gente... "





Atividades

Escrita: Desenho do grande peixe e de Jonas para pintar e recortar. 


Manual: Jonas orando no ventre do peixe. Vai reforçar a atitude da criança de orar em arrependimento.



Recreativa:  Siga o mestre
·        Crianças em círculo em pé: O mestre dá o comando usando várias partes do corpo, quem errar ou desobedecer a ordem vai para a barriguinha do peixe uma rodada da brincadeira. (O peixe será ilustrado numa caixa grande). Após a brincadeira cada criança receberá um brinquedo confeccionado de garrafa. 








Este material será utilizado na atividade recreativa "siga o Mestre". Para confeccionar este peixe foi utilizado uma caixa grande de papelão, tnt e eva.




Brinquedo feito de garrafa que será entregue para cada criança. (para o Jonas ficar em pé, utilizei um potinho de tinta guache, com pedrinhas coloridas, para dar peso.






Outra opção para ilustrar a história de Jonas e brincar com as crianças. O material utilizado foi eva, prendedor de roupa e palito de churrasco.


 



sexta-feira, 23 de setembro de 2016

História ilustrada para crianças

História fictícia e ilustrativa que têm por objetivo ensinar sobre confiança e obediência a Deus. A Verdade Bíblica que deve ser ensinada e enfatizada é a Soberania de Deus e os textos bíblicos lidos e ensinados encontram-se em Mateus 6.25-33 e Mateus 10.29-31.

Dinâmica da história:
O narrador da história deverá ficar com o boneco que representa o personagem Kiki e distribuirá aleatoriamente os demais elementos da narrativa às crianças, que participarão da narrativa, apresentando seu personagem, quando este for solicitado pelo narrador. Na medida que a história for contada, os rostos do boneco deverão ser trocados de acordo com as emoções correspondente a tristeza, choro, susto e alegria.



KIKI INQUIETO

Kiki inquieto era um menininho que vivia esperando que as piores coisas lhe acontecessem. Assentar-se? Kiki morria de medo pensando que a cadeira fosse quebrar. Toda vez que tentava andar de bicicleta, o medo era de cair. Então, Kiki caía mesmo. Ao chutar uma bola, tinha medo de destroncar o pé; e destroncava mesmo. Quando ia fazer prova na escola, tinha medo de não tirar boa nota. E tirava nota ruim!
Certa manhã, ao acordar, Kiki começou a ficar preocupado (como sempre): - Ih, vai chover! Começou a chover mesmo; inclusive dentro de seu quarto. Uma grande nuvem de tristeza veio e estacionou bem encima da cabeça dele. Pra onde ele fosse, Kiki levava a nuvem de tristeza junto. A mãe dele precisava ficar junto dele o tempo todo enxugando-o. quando ele ia comer, chovia tristeza no prato. Quando ele ia pra escola, chovia tristeza na escola também.
Um dia, penteando o cabelo, Kiki percebeu que um fio de cabelo ficou grudado no pente:
- Ai meu pai, estou frito! Estou ficando careca. Falou Kiki, afogando-se em lágrimas.
- se continuar assim, ficarei totalmente careca lá pelas quatro da tarde.
Desesperado, Kiki correu ao telefone e chamou o médico, a polícia, o corpo de bombeiros...tudo de uma só vez pedindo, chorando, gritando, querendo que viessem socorre-lo e salvar seus cabelos. Foi então que ele ouviu uma vozinha sussurrando:
-Tome vergonha, Kiki. Você está se preocupando à toa.
- Quem disse isso? Quem está? – Perguntava Kiki, agora inquieto com a voz que ele não sabia de onde vinha. Afinal, Além dele, não havia mais ninguém no quarto.
- Quem está aí?
- Sou eu, disse a voz.
- Eu quem? Onde está você? – Contorcia-se o inquieto Kiki.
- Estou aqui, veja, bem aqui, no seu pente; não está me vendo? Eu sou um fio de cabelo.
Assustadíssimo, Kiki olhou pro pente e viu um fio de cabelo pendurado nele. Kiki quase não acreditou no que via. Mas notou que o fio tinha uma grande número nas costas, como se estivesse vestido para jogar futebol:
- Que é isso aí nas suas costas? Um número? Por que isso?
- É, pode ler aí: Mateus 10.29-31, disse o fio de cabelo, diz que Deus sabe o número de cabelos que têm na sua cabeça, e que você não precisa mais se preocupar com isso. Claro que esta é a maneira de Jesus dizer que Deus ama muito a você e que cuida de você o tempo todo; fique sossegado!
Kiki pensou: - Como fui bobo em me preocupar, já que Deus está cuidando de mim. Kiki abriu um largo sorriso que iluminou todo o seu rosto, como acontece quando o sol nasce. A nuvem de tristeza? Desapareceu! 

(traduzido e adaptado por João Soares da Fonseca de “Story Sermons For Children”) 


Material utilizado no visual da história:

Eva e barbante: boneco, telefone e pente
Impressão colorida de imagens tiradas da INTERNET; papel cartão preto e palito de churrasco: cadeira, escola, bola, comida, nuvem, bicicleta, médico, policial, bombeiro e a mãe.



















segunda-feira, 6 de junho de 2016

O maior desafio das igrejas cristãs da atualidade.



Como seria possível falarmos de crise das igrejas evangélicas no Brasil,  quando a mais recente pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) demonstrou que o número de evangélicos no Brasil cresceu 61% nos últimos dez anos, o que representaria cerca de 16 milhões de novos cristãos?Sendo que em 2000, os evangélicos eram 15,4% da população e em 2010, chegaram a 22,2%, ou seja, foram de 26 milhões para 42 milhões de pessoas. Segundo o pesquisador do IBGE, Cláudio Crespo, houve um crescimento bastante expressivo nas diversas regiões do país, abrangendo todas as camadas da sociedade.
Poderíamos falar de crise, quando, segundo publicações recentes, baseadas em análise do chamado “mercado gospel”, a partir de dados recentes levantados pela Receita Federal, afirma-se que diariamente as igrejas do Brasil arrecadam R$ 60 milhões, num total de R$21,5 bilhões por ano. Ainda, segundo o Correio Brasiliense a estimativa é que sejam abertas 14 mil igrejas evangélicas no Brasil a cada ano. A grande maioria dessas igrejas não são devidamente registradas, com um CNPJ. Se considerarmos apenas as que fizeram o registro, em 2013 foram 4400. Ou seja, a média é de 12 igrejas novas por dia; uma a cada duas horas. Os dados são do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, que monitora a abertura de empresas de todos os tipos no país.
Embora seja difícil fazer tal estimativa, pode-se facilmente afirmar que a maioria são igrejas neopentecostais. Afinal, este é o movimento que mais cresce no país, onde aproximadamente 60% dos evangélicos são de linha pentecostal. É igualmente verdade que muitas dessas igrejas não duram mais que alguns anos.
Diante de todos esses números, que impressionam, seria no mínimo incoerente, afirmarmos que vivemos numa grave crise espiritual e em tempo de crescente apostasia. Infelizmente os números não passam de falso engano. As igrejas têm se tornado cada vez mais atrativas ao mundo, não pela Verdade do Evangelho, mas, porque cada vez mais têm se assemelhado com o mundo. As igrejas  têm atraído cada vez mais as membros, pois, não lhes são exigido quase nada, para em troca receberem, “prosperidade na terra e a vida eterna no céu”. Há grande esforço de algumas lideranças evangélicas em agradar o público, não há confronto com o pecado. Há grande empenho na manutenção de seus congregados, partindo do princípio da tolerância. Todas as características culturais desta sociedade pós-moderna têm pressionado as portas das igrejas, batido como rajadas de vento, ameaçando adentrarem, trazendo consigo o materialismo, o hedonismo o individualismo, que caracterizam uma vida distante dos preceitos bíblicos. Muitas igrejas fragilizadas pela ausência da Palavra, têm sofrido com a secularização. E, quando isso acontece, a autoridade da Bíblia desaparece.
Aqui está o ponto central da crise espiritual. Igrejas que abandonaram a autoridade das Sagradas Escrituras. Os púlpitos estão cada vez mais áridos, secos, dos ensinamentos Bíblicos. É cada vez mais comum pregações vazias. Pois se não é a Palavra de Deus que está sendo ensinada, qual é o proveito da mensagem? Muitas igrejas preenchem o tempo de seus cultos, com os mais variados entretenimento e abandonam o ensino da Bíblia.
O ensinamento das Escrituras Sagradas também está sendo substituído pelas “revelações secretas”, autossuficientes, experiências subjetivas. Igrejas têm sido bombardeadas dia e noite pela proposta de um “cristianismo exotérico”. São muitos, aqueles que se auto proclamam cristãos, que procuram a voz de Deus em muitos lugares, menos na Bíblia, quem não a lê não ouve a Palavra de Deus. “E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela Palavra de Cristo.” (Rm 10.17). Falsos mestres, têm levado consigo muitos ao erro. Igrejas que não estão alicerçadas na Palavra de Jesus, tornam-se alvos fáceis de doutrinas estranhas, ensinos afastados da verdade dos evangelhos. Pedro em sua segunda carta, capítulo 2 e os versos de 1 a 3 afirma: “Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras...e muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias...”
A Bíblia é a única e genuína revelação de Deus, ela normatiza, outras revelações não são possíveis, posto que a Palavra de Deus revelada e escrita foi completada, a Bíblia não está incompleta, não tem falha, ela é suficiente, infalível e inerrante. (...) “porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens (santos) falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (II Pe. 1.21)
Vejamos o conselho de Paulo a Timóteo: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste e que, desde a infância, sabes as Sagradas letras, que pode tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” (II Tm. 3.14 – 17).
Timóteo era pastor da igreja de Éfeso, e movido por grande zelo, Paulo escreve esta carta a ele, com o propósito de encorajá-lo no seu ministério e orientá-lo quanto ao combate aos falsos mestres, a igreja enfrentava sérios problemas, era grande a pressão cultural de uma cidade progressista, avançada, imoral, que cultuava a deusa Diana. Os versos de 1 a 5 do capítulo 3 de II Timóteo, descrevem aquilo que o jovem pastor estava enfrentando. Timóteo precisaria reafirmar a  autoridade da sã doutrina que fora ensinada por Jesus e seus apóstolos e enfrentar os falsos ensinos que permeados da libertinagem cultural da sociedade de Éfeso, invadiam sorrateiramente a igreja. Qual seria o grande perigo para aquele jovem pastor? Seria a tentação de livrar-se daqueles problemas da maneira mais fácil, que seria a de adequar às necessidades do contexto da sociedade, ou seja, tornar a igreja “agradável”. Mas para fazer isso teria que abrir mão da Palavra, da sã doutrina. Qual é o conselho de Paulo? “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste...”
Mas, quantas denominações capitularam tanto ao misticismo quanto ao liberalismo e para adaptar-se “aos novos tempos” abandonaram a sã doutrina? Cederam às pressões externas de uma cultura social progressista e imoral, mais fácil foi abandonar a Palavra da Verdade, do que confrontar e sofrer oposições.
“Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se as fábulas.” (IITm. 4. 3,4).   
        Reafirmar a autoridade das escrituras é o maior desafio e necessidade das igrejas que não se contaminaram com o secularismo. Muitas destas igrejas e denominações que se multiplicam na atualidade, crescem sem compromisso com a verdade e com a santidade.
        É responsabilidade dos cristãos que fazem parte da Igreja de Cristo a defesa da fé. “Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos a cerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas v.3). O termo “fé” ao qual Judas se refere são as verdades que nós cristãos cremos e ensinamos, ou seja, a fé concreta, ou ainda “doutrinas”.
“Está claro que existe um corpo ou sistema fixo e objetivo de verdade que foi revelada por Deus em Sua Palavra, a Bíblia, e que este corpo de verdade é o alicerce da Igreja Cristã (I Co. 3.10; Ef. 2.20), e que foi confiado a nós como mordomos de Deus (II Tm. 1.13-14; I Tm. 1.11; I Co. 4.1-2).
O conteúdo deste corpo ou sistema de verdade – que nós como crentes devemos estudar, compreender, crer, guardar e ensinar – é chamado nas Escrituras de várias formas: a Fé (II Tm. 4.2), a Verdade (I Tm. 3.15), a Palavra (II Tm. 4.2), o Evangelho (I Tm. 1.11) e a Doutrina ou Ensino (I Tm. 6.3). Estes nomes são utilizados muitas vezes e referem-se basicamente ao mesmo fato – de que existe um corpo de verdade que foi revelado a nós, e que tudo que cremos e fazemos precisa estar nele alicerçado”  (Sam Doherty)
                                                           
O conselho de Judas é que os Cristãos deveriam CONTINUAR, ensinando a respeito da fé, ou seja, o conjunto de doutrinas as quais Jesus confiou aos apóstolos e que estes ensinaram aos cristãos. O termo “batalhar diligentemente” significa literalmente “perseguição de um objetivo de modo a evitar distração, desvio”.
        Devemos ensinar a sã doutrina do Evangelho e combater os falsos ensinos. Esse é o ministério da Igreja de Cristo. Para isso precisamos conhece-las, e como conheceremos se não através do estudo e da meditação diária das Sagradas Escrituras. Nós como igreja precisamos batalhar diligentemente no ensino das doutrinas Bíblicas, às nossas crianças, aos nossos jovens, para que estejam preparados na defesa da fé, Timóteo conhecia as doutrinas Bíblicas desde a infância, portanto, toda a igreja deve está sedimentada na Verdade. O Senhor Jesus ordenou que ensinássemos sua doutrina (Mt. 28.19-20), seus apóstolos as ensinaram (At. 5.21, 25, 28 e 42) e nos deixaram a incumbência de prosseguirmos esta tarefa (I Tm. 3.2; 4.13 e 16; II Tm. 4.2; Tt. 1.9) a igreja primitiva estava alicerçada nela (At. 2.41 e 42).
        A Verdade Bíblica não pode ser alterada ao sabor das mudanças culturais, portanto, cresçamos no conhecimento da Verdade (fé, doutrina), sejamos ministros da salvação, defendendo a Fé a qual nos foi revelada pela Palavra Divina escrita e resgatemos aqueles cuja fé esteja vacilante. “E compadecei-vos de alguns que estão na dúvida; salvai-vos, arrebatando do fogo...” (Judas vs. 21 e 22)

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Lembrança para o dia das mães

 Uma boa dica de lembrancinha para o dia das mães: Caneta decorada com rosa feita em EVA,

Materiais utilizados:


  • Placas de e.v.a. nas cores rosa e verde
  • Vaso de cerâmica laranja
  • Bola de isopor de 40 mm
  • Fitas de cetim e organza
  • Flor de massinha
  • Caneta azul bic
  • Pistilos rosa
  • Fibra de corda para a folhagem 
  • Estilete, tesoura, prancha, cola quente e cola instantânea   






Recortei 4 flores do molde verde para fazer a rosa

 

Caderno decorado em EVA para meninas

            Caderno brochura encapado e decorado em eva para meninas.
Esse caderno foi um pedido da professora da classe de jardim de infância da EBD. Será utilizado para as atividades extras das lições Bíblicas.