quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O verdadeiro sentido do Natal



A mensagem do Natal

 


“... essa época de escuridão e desespero não vai durar para sempre. O povo que está andando na escuridão verá uma grande luz. Essa luz vai brilhar e iluminar todos os que vivem na região da sombra da morte. Pois nasceu um menino; um filho nos foi dado. Ele recebe todo o poder, o governo de toda a terra. E ele será chamado de Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno e Príncipe da Paz. O seu reino sempre crescerá, e haverá completa paz”. Isaías 9:1,2,6,7



AO SENHOR PERTENCE A SALVAÇÃO! – Jn 2:9



No princípio 


Disse Deus: Haja Luz. Aqui está a primeira palavra criativa de Deus. Com facilidade incrível e sem nenhuma indicação de onde possa ter vindo a luz, o Deus Onipotente criou-a deliberadamente. Foi Sua resposta ao domínio das trevas. Sem luz, os outros atos criativos nada significariam. “Luz” é um dos atributos extraordinários de Deus. O apóstolo João nos informa que “Deus é luz” (1Jo 1:5), e, que segui-lo, significa ter vida (Jo 8:12). “Luz” e “vida” são necessidades fundamentais do homem, tanto no plano físico como espiritual. Jesus Cristo é tanto a vida quanto a luz dos homens. Ele ministra vida e luz aos que o recebem (Jo 1:4).



O profeta proclama que

O Libertador virá, prevê o profeta Isaías. A opressão acabará. A escuridão dará lugar à luz. Emanuel é Ele quem trará a libertação. Que acabará com a opressão e a escuridão. Virá ao mundo como criancinha nascida de pais hebreus. Um misericordioso presente de Deus para o mundo. Ele é divino, sábio, forte e eterno, que garantirá um Reino Eterno de paz e prosperidade (Is 7:14; 9:6,7; 61:1-3)
  


João Batista, o arauto do Rei!
Dentre os nascidos de mulher, ele foi o maior. Sua grandeza consistia do fato que ele foi o arauto do Rei dos reis. Quando interrogado, disse que: Não era o Cristo, não era Elias, não era o profeta. Era simplesmente uma “voz do deserto”. Uma “voz”, que chamava os homens ao arrependimento (Mt 3:7-10). João Batista tinha um alvo na sua vida: tornar Cristo conhecido e aceito pelos homens. Um maravilhoso exemplo a ser seguido.


Gabriel, traz boas novas!
Gabriel foi enviado para anunciar a Maria o nascimento do Salvador. O anjo tinha uma mensagem sem igual para Maria. Disse-lhe o nome escolhido: Jesus, que significa “O Senhor salva”. Ele seria o herdeiro do trono de Davi e reinaria eternamente. O anjo ainda anunciou a divindade do infante. Pois, o menino que nasceria de Maria não seria concebido da mesma forma que os homens comuns: seria gerado pelo Espírito Santo.

Maria, serva adoradora
Maria, com o coração transbordante de alegria e gratidão pela bondade de Deus para com a sua vida, em Adoração diz: Minha alma engrandeça ao Senhor, porque contemplou na humildade da sua serva e me fez grandes coisas. (Lc 1:46-49). E, que, essa grande misericórdia concedida a ela se estende aos que o temem, de geração em geração (Lc 1:50). E, mostrando conhecimento da história bíblica e das promessas de Deus, conclui seu cântico dizendo que os arrogantes não prevalecerão. Serão destronados, privados de suas riquezas e dispersados com as mãos vazias. Porém, o Senhor satisfará os que nele confiam (Lc 1: 51-55).


Glória a Deus nas alturas!
Surpresa e mais surpresa. Subitamente, anjos, anjos e mais anjos. Uma multidão da milícia celestial aparece cantando hinos de louvor a Deus: Glória a Deus nas alturas! (Lc 2:13,14). Eles queriam que toda a criação louvasse a Deus. Pois, Jesus, o Salvador, trará paz! A reconciliação entre Deus e o homem. Portanto, por Jesus Cristo e sua obra de reconciliação (paz), cantemos: Glória a Deus nas maiores alturas do céu!


O Verbo virou gente!
A Palavra eterna entrou na vida humana. Houve aqueles que viram; viram a sua glória. Viram a manifestação visível de Deus. Manifestação “cheio de graça” e “de verdade”. Cheio de graça aos homens, e, a verdadeira e perfeita personificação da revelação divina (Jo 1: 14,16-18).
O apóstolo João testemunha: Quando essa vida apareceu, nós a vimos. “... a vida eterna que estava com o Pai e que nos foi revelada” (1Jo 1:1,2). Manifestou-se para ser “luz do mundo”. Manifestou-se para “servir e dar a sua vida para salvar muita gente”.



 
O verdadeiro sentido do natal
Os profetas anunciaram por todo o Antigo Testamento a vinda de Cristo. Do começo do Gênesis até o fim de Malaquias as profecias falam da vinda do Messias.
E na Plenitude dos Tempos, Deus enviou o seu próprio filho, que veio como filho de mãe humana e fez toda a vontade do Pai. Veio “para anunciar a liberdade aos presos, dar vista aos cegos, libertar os que estão sendo oprimidos e anunciar que chegou o tempo em que o Senhor salvará o seu povo” (Lc 4:17-21).
 Estas são as Boas Notícias. Este é o verdadeiro sentido do natal!
  


Ser discípulo é ser sal e luz!

Ser seguidor de Jesus Cristo é ser um instrumento de coibição da corrupção do mundo. Ser seguidor de Jesus Cristo é funcionar positivamente para iluminar um mundo que está nas trevas (Mt 5: 13-16).

Conservar, preservar da corrupção, influenciar vidas é o dever de todo discípulo de Cristo como “sal da terra”.

Reanimar, guiar, iluminar, ser referência, dirigir vidas a Cristo é o nosso dever como “luz do mundo”.
 

O discípulo e seus olhos

A lâmpada do corpo, que recebe e dispensa a luz, são os olhos. Olho bom e sadio se consegue fixando o olhar em Deus (Mt 6:22,23).
O homem que tenta olhar para Deus e o mundo ao mesmo tempo não vai ver nenhum dos dois claramente. Não vai ver nada!


A 2ª. Vinda do Rei dos reis!
O vidente de Patmos, apóstolo João, vê Cristo cavalgando em um cavalo branco, descendo  dos céus para “julgar e pelejar”. Ele é o Juiz de toda terra. Seu nome é Justo e Verdadeiro (Ap 19:11-16). Ele é o Verbo de Deus. Como a Palavra de Deus, Ele criou o universo. Rejeitá-lo é servir ao pecado. Rejeitá-lo é tê-lo como inimigo.
João vê o Verbo descendo do céu para cumprir as profecias, para destruir os inimigos de Deus, para revelar ao mundo, de uma vez para sempre, a tolice de resisti-lo. Pois, Ele é o Rei dos reis, e Senhor dos senhores.
 
Na casa de meu Pai há muitas moradas
“Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt 25:34).
A cidade é forte, espaçosa, linda e perfeita. Os remidos do Senhor nela habitarão com Deus em comunhão perfeita.
Na cidade, não há luminária alguma, porque o Cordeiro é a luz da cidade. Também não há templo. Este era o lugar em que Deus se encontrava com seu povo, onde se oferecia o sacrifício pelo pecado, onde se realizavam as intercessões. Já não há necessidade de templo na cidade luz, porque os remidos já gozam da abençoada presença de Deus pelos séculos e séculos sem fim (Ap 22:1-5).